A proposta desse texto era escrever utilizando palavras específicas, que estão em negrito aqui.
O filho do rei estava enfermo, apesar dos régios remédios que lhe eram oferecidos. O rei estava muito preocupado, e chamou o melhor druida do reino, que disse:
“Acho que há uma joça muito grande envolvida, quiçá ele tenha uma pequena chance de sobreviver, mas a doença é muito contagiosa” ele fez uma pausa dramática e uma cara triste: “Por enquanto ele deve permanecer em quarentena, em uma torreescrupulosamente vigiada 24 horas por dia”. Outra pausa dramática: “Se ele não melhorar em sete dias, não haverá mais esperança, e ele morrerá”.
O rei tentou dissuadir o druida, para que ele e seu filho pudessem passar seus últimos dias juntos, mas ele disse que era para o bem de todos, e o príncipe concordou. Sete dias depois, ele morreu.
FIM DA PARTE UM
Depois da morte do príncipe, o druida entrou em depressão por causa da culpa de não tê-lo salvo, e seu mudou para um sorumbático castelo distante e permaneceu lá por muitos anos.
Um belo dia, Patrick, um amigo macedônio do rei, foi visitá-lo e pediu informações sobre o druida, pois viu em um sonho que precisava vê-lo. O rei disse que o druida havia ido embora, mas o outro não acreditou. Atônito, ele disse:
“Como assim? Isso é impossível! A inverossimilhança dessa afirmação é absurda! Diga-me então para onde ele foi.”
O rei não quis dizer, e Patrick teve que usar toda sua lábia para conseguir a informação e finalmente poder ir para o castelo.
Após dias caminhando, chegou no castelo sombrio. Lá dentro, encontrou o druida cantarolando enquanto golpeava inimigos imaginários com uma faca cuja lâmina estava embotada e cujo cabo era estranhamente diáfano e brilhante. Quando o avistou, o mago começou a tripudiar dizendo que ganhara a batalha contra o mal e disse:
”Finalmente você veio! Agora que está aqui, preciso que ache uma coisa para mim. Já não estarei mais vivo quando você voltar, mas preciso saber que alguém digno ficará com a Pedra e que ela não caia em mãos erradas.”
FIM DA PARTE DOIS
Em seus últimos minutos de vida, o druida incumbiu Patrick de viajar até um arquipélago distante e encontrar a Pedra Filosofal, que concede o poder da imortalidade em quem tocá-la.
Então, ele contratou uma tripulação de marinheiros e depois de três meses procurando, eles acharam a Pedra. Patrick foi o único que tocou nela, pois seus marujos sabiam que a imortalidade era uma benção, mas também uma maldição.
Porém, ao sair de uma árida baía em que haviam parado para reabastecer, eles foram atacados por piratas. O macedônio, apesar de ser um exímio guerreiro, foi derrotado e se jogou no mar. Seu barco foi saqueado e queimado, e seus homens, mortos. Os piratas porém, não sabiam da Pedra, que estava no bolso de Patrick.
Sem barco e sem comida, ele achou uma madeira que flutuava e ficou lá, meneando para sempre no oceano sem fim com a Pedra da Imortalidade em seu bolso.
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